Caso Dani Alves: conheça as empresas que romperam patrocínio com lateral
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da pinnacle: A prisão preventiva de Daniel Alves na Espanha, após denúncias de agressão sexual, significou o fim de três acordos comerciais do atleta brasileiro. Após dias de silêncio, três patrocinadores romperam o contrato de patrocínio com o lateral.
O fim das parcerias foi noticiado inicialmente pelo “UOL”. O caso inclui uma ruptura definitiva de acordo e duas suspensões provisórias dos contratos de patrocínio. Abaixo, o LANCE! apresenta mais detalhes.
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da casino: 1xBet (casa de apostas):
A primeira empresa a romper com Dani Alves foi a1xBet,optou por suspender o contrato até o “começo de maio”. Em e-mail enviado ao estafe do jogador, aempresa de apostas online afirma que editará os termos de contrato e adiará os pagamentos planejados no acordo original.
O vínculo entre Dani Alves e 1xBet teve início em novembro de 2022, às vésperas da abertura da Copa do Mundo do Qatar, e tinha duração até 2024. O jogador se tornou embaixador da marca para estrelar campanhas publicitárias nas redes sociais. Um post com a imagem do jogador, inclusive, segue exposto no Instagram da casa de apostas.
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Vale destacar que a 1xBet é parceira de Barcelona e PSG, além de ter contrato com outras organizações esportivas conhecidas, como a Série A italiana e a CAF, por exemplo. No mercado brasileiro, a 1xBet patrocina a Copa Verde e é detentora dos naming rights da Superliga de Vôlei, masculina e feminina.
Hygia Saúde:
A startup brasileira de saúde preventiva foi a única a romper em definitivo a parceria com Daniel Alves. Em e-mail enviado no último dia 24 de janeiro, a empresa cita “o pilar da valorização da mulher” como justificativa e disse que “não pode sequer cogitar manter a relação contratual” com o lateral acusado de agressão sexual. Dani Alves era embaixador e membro do board da Hygia Saúde desde agosto de 2022.
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Ethika (loja de roupas):
A última patrocinadora a tomar posição sobre o caso foi a Ethika, loja de roupas íntimas americana. A empresa decidiu “pausar o contrato que temos atualmente, até que haja uma resolução da não-culpabilidade do Dani”. Os pagamentos também foram suspensos até que o lateral “se livre da culpa”.
Essa era uma das parcerias mais antigas de Daniel Alves. Ele era membro da “Família Ethika”, um grupo de celebridades parceiras da marca.A imagem do lateral brasileiro permanece no site oficial da empresa até o dia 25 de janeiro. Ele, inclusive, tinha uma linha especial de roupas da Ethika, chamada de “Good Crazy”, que não está mais disponível para venda.